segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Dark Matter




 Dessa vez trago uma série passada Sy-Fy se chama Dark Matter, uma mini serie de 13 episódios onde se passa dentro de uma nave espacial. O que gostei da história foi a ideia de claustrofobia trazida pela nave a deriva, em muitos momentos me senti no mesmo espaço que eles. A ideia da drama se passa quando 6 pessoas acordam e não lembram de suas vidas.

 Um dos começos bem impactantes para mim, pois logo no começo vemos seis pessoas despertando com a nave com problemas, através de memória muscular eles conseguem se salvar, mas é aí que a trama se desenvolve a nave está repleta de avarias, com poucos fundos e a tripulação não sabe por que veio e nem onde estão.

 Seria interessante ver as pessoas descobrindo tudo do seu universo, como dinheiro, como comida e essas coisas, mas a série se foca nas relações entre os seis e seu passado, não saber em quem confiar, não saber o que fizeram de suas vidas até ali. Um grande ponto no início é que temos uma ideia de onde são e o que fizeram, imagine encontrar seu passado em fichas criminais e não pequenas: assassinatos, pirataria, roubos, genocídios, terrorismos e pessoas que fazem de tudo por dinheiro. Então como confiar e qualquer um deles ou em si próprio.

 A série tem algumas falhas, uma delas é que no primeiro episódio vemos que a nave Raza tem uma reputação ruim, parece que eram uma equipe que trabalhavam juntos faz muitos anos, mas no decorrer da série vemos que eles são convidados pela comandante tornando eles ainda mais estranhos.

 Na série temos um um samurai que matou o pai, alguém que é mais que humana, um robô com sentimentos, alguém que não deveria ter vindo ali, alguém que queria está ali, alguém que corria atrás da sua redenção.
 A história é muito boa e os mistérios são os melhores da série muito boa e remoendo apesar de alguns furos na trama e de se mostrar mesmo sem lembrar do passado você acaba voltando para si. Em resumo é uma história boa de mistério envolvendo vários anti-heróis que você acaba se importando e torcendo pelo sucesso deles.

 O final da trama é espetacular bem ao estilo de Conan Doyle e Agatha Christie, os mistérios da drama vale mais do que o visual que apesar de ser no espaço não um alienigena na trama, os humanos comandam tudo kkk.

domingo, 15 de novembro de 2015

Super Silva

 Para falar desse livro preciso contar um pouco da história de como conseguir encontrar esse achado, eu sempre tive o sonho que uma biblioteca teria diversos livros de literaturas dos clássicos aos atuais, pensei que você poderia pegar qualquer livro e também doar os livros que fosse para um biblioteca. O quão grande foi minha decepção ao ver a biblioteca do meu colégio, só havia livros didáticos, nada contra mas cadê Assis, Bilac, Sheldon entre muitos, mas ignorei os primeiros contatos e fui atrás de perguntar sobre doações, já estava planejando uma campanha com todos os alunos para doarem seus livros antigos... Novamente a realidade foi cruel, eles aceitavam doações, mas só colocariam os livros que fossem aprovados, os de romance, policial, fantasia entre outros gêneros que não fossem aprovados de acordo coma grade curricular do colégio seriam doados para outro lugar.
 -Mas assim vocês não incentivam a leitura, nem todo mundo gosta de ler os didáticos ou os do programa de literatura. 
 Receber um "São as regras." com 7,6 anos foi um choque tremendo, ainda mais com um argumento que não entrava na minha cabeça. Ano depois mudei de colégio e nada que chamasse a atenção, foi então que mudei para Sergipe, e no colégio Módulo eu vi na lista de livros a palavra que fez meus olhos brilharem "MISTÉRIO", havia algumas dezenas de livros, livros que estavam na minhas mãos finalmente! Comecei pegando um por dia, logo dois e muitas vezes eu terminava entre as aulas e já corria para pegar outro antes de fechar foi um bom período, li drácula, frankstein, pedro bandeira e muitos mais livros, era raro não me ver com um livro nas mãos. Entre os muito que peguei um deles me marcou pelo bom humor, reverência e acima de tudo por identificar uma aventura brasileira.


 Não acho que seja conhecido, mas esse livro é um livro bom para ler para quem quer dar risadas e ver como seria um super herói no Brasil. A história nos apresenta Silva um borracheiro do Morro da Mangueira que foi  forçado a trabalhar em pleno carnaval, após um último serviço ele precisa jogar for umas peças no ferro ferro e já alcoolizado se esbarra em partes de fantasias de super heróis, máscara do batman junto com cinto, capacete do thor, tênis (escorregadio) do homem aranha e a camisa do superman e para completar a fantasia uma calota de fusca embaixo da camisa, junto com seu martelo de borracha. Quem nunca se vestiu de um monte de fantasias achadas em um ferro velho para pular o carnaval?
 Já vestido e indo em direção ao bloco de carnaval da sua rua, Silva se depara com situações envolvendo amigos e crimes, situações onde ou a cerveja ou as fantasias o  fizeram em direção do socorro de pessoas, bandidos foram derrotados e até mesmo uma bala acertou na calota dando a entender que o Silva era realmente o superman. Irritado com as situações e já atrasado para chegar em casa ele troca de roupa e encontra um lar carinhoso.
 Sua esposa reclama que ele está atrasado e provavelmente traindo-a
 Sua sogra reclama de dores, do preço do remédio e o atraso de vida que é o genro.
 Sua filha reclama da faculdade,
 Seu filho reclama das coisas que não tem em casa e
 Seu cachorro o morde irritado.
 Em meios as reclamações Silva tenta se explicar e vai vestindo a fantasia, quando completa parece que a figura tinha surgido na hora e todos ficam surpresos, logo as notícias dos feitos de Silva correm pelo Morro e tornando a lenda Super Silva cada vez mais conhecida.
 O livro tem uma boa dose de humor, seja das situações onde o Silva se mete, assim como também a interação dos outros personagens. Há uma parte muita boa onde uma repórter inventa o passado do Super Silva e um romance arrebatador entre os dois, mostrando a seriedade dos jornais populares e uma crítica a necessidade de se fazer vendas.

 É uma leitura com dose de armas, explosões, marretadas, sarcasmo e muito bom humor em uma louca fantasia de carnaval parece unir um pouco mais aquela família. Recomendo bastante para aquelas tardes em casa procurando algo divertido.

sábado, 14 de novembro de 2015

Terremoto - Falha de San Andreas

 Resolvi começar com um filme de maio de 2015, um filme com Dwayne "The Rock" Johnson, o filme retrata a aventura do bombeiro especializado em resgate Ray para salvar sua família quando um terrível terremoto destrói a Califórnia e vai em busca da sua filha Blake (Alexandra Daddario) que estava sendo acompanhada pelo padrasto Daniel Riddick (Ion Gruffudd).
 Ao assistir o filme que me surpreendeu pelas cenas de grande impacto ao espectador, foi um filme com granes cenas de destruição e tensão no ar, na terra e na água, The Rock com seu carisma estava impressionante com piloto de helicóptero no filme, as cenas das cidades destruídas e ver o despreparo que temos diante de uma crise dessa foi o que mexeu no filme.
 O filme alivia as cenas de ação com cenas calmas e de explicações como se desse uma pausa para respirar diante tudo o que está acontecendo na tela do cinema, o que para mm foi uma quebra em alguns pontos enquanto outros foram mais do que bem vindos. Acredito que muitas pausas poderiam ter sido mais curtas ou evitadas, pois o filme todo passa a noção de perigo real acontecendo ali e agora, mas com as quebras sempre temos a impressão que o pior já passou, mas logo vem algo pior ou de escala do terremoto quase que sem aviso, o que achei uma pena nesse longa.
Esses caras só aparecem no começo e somem que ninguém ver

O perigo posto a filha e a ideia de reaver a família faz um paralelo com o início do filme onde vemos Ray separado de sua esposa e com sua filha indo para uma universidade distante (posso ter me enganado nessa parte, não revi o filme recentemente), além de lidar que sua família agora estava nas mãos de outro homem, um toque humano na trama para atrair mais a atenção, apesar de que eu não achei ruim essa parte, mas simplesmente um pouco clichê.
 Agora uma parte que vale salientar é a atuação do ator Ion Gruffudd como um engenheiro de sucesso e orgulhoso, que além do dinheiro tem um ego para construir uma torre que nem Deus poderia derrubar, o que é quase a ideia do titanic nesse filme. Mas passando para sua atuação foi simplesmente apagada no filme, parece que suas cenas não tiveram qualquer impacto para quem assistia além de dar a ideia: Esse cara é um filho da p*, sua cena onde ele deveria ajudar a filha da mulher que ele supostamente amava e simplesmente vendo que não podia fazer nada e não retornando nem com ajuda e nem para ficar com ela  foi rápida e sem passagem, mais tarde vemos ele jogando uma pessoa na frente de uma onda para ficar abrigado, esse é o ponto onde a sobrevivência pessoal fala mais que a humana, mas não me convenceu como vilão ou qualquer coisa, na maior parte do filme ele só vaga de um lado para o outro sem mostrar qualquer tipo de personalidade, uma atuação fraca e nada fantástica (hahahaha).
 Outra parte que me incomodou foi o nascimento do par romântico entre a Blake e Joby (Todd Willians) que no começo do filme ao se conhecerem já dava para imaginar, eles vão ficar juntos, um romance que nas primeiras linhas de conversa já mostrou interesse de imediato entre as duas partes. E eu que criticava o filme Thor pela paixão arrebatadora nascida em um único dia.
 Mas o filme foi bom na minha opinião, além de fazer pequenas homenagens aos filmes de destruição como Impacto Profundo. Final previsível com Ray reunindo toda a família juntamente com o recém namorado da filha (se conheceram durante as tragédias, mostrando que o amor é maior). Preciso pensar em uma escala para colocar aqui.... Mas recomendo para quem quer assistir um filme de aventura e tenso, apesar de ser um filme fácil compreensão e com final feliz. Apesar das cidades destruídas e do número de vítimas...

 Eu vi e disse C-A-R-A-C-A!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Ínicio e Proposta

 Um dia conversando com minha família e amigos me sugeriram criar um blog de críticas do que eu estivesse sendo consumindo seja livros, filmes, séries, animes ou qualquer coisa que eu quisesse. Essa ideia ficou remoendo na minha cabeça, já tinha feito algo semelhante antes com uma namorada, mas só de livros, eu me empolgava mais o cotidiano fizeram a tarefa ser mais árdua do que eu aguentasse, sem falar das brigas que me desmotivava a continuar.

 "Tudo na vida muda"

 Essa é uma afirmação concreta, pode ser que as mudanças não sejam totalmente boas, mas é uma mudança, uma bem vinda mudança para tirar minha letargia das palavras. Eu adoro escrever, mas nos últimos meses eu não escrevi nem uma linha, minha mente lotada de histórias e nem uma linha escrita.
Mas como eu disse, tudo muda, então eu mudei, esse blog não é o primeiro passo que dei, mas é mais um passo em direção aos meus objetivos e sonhos. Não sei quantas pessoas leram minhas críticas ou até mesmo meus contos, mas espero que aproveitem e possam sonhar um pouco mais.